domingo, 24 de agosto de 2008


Morro do sapo
Dedico as minhas palavras a essa comunidade que vive nessa sociedade,
Mais violenta, sangrenta,
Que enxuga os olhos das mães com as veste dos filhos mortos,
Que os corpos mais parecem peneira,
Sem eira nem beira a sociedade aceita isso de olhos fechados e calados como quem Nunca vê nada,
E faz da violência uma praga, que come os corações,
De quem grita,
De quem tem boca e nunca e ouvido,
Sentido..
E vive retraído
Pela sociedade.

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¨¨que essas palavras sejam musicas oas seus ouvidos¨¨

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varias de min silvana duboc .. sou asim varias de min sorriso por fora angustia por dentro por dentre um tormento..

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